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Cistectomia no câncer de bexigaCistectomia no câncer de bexiga localmente avançado (pT3-pT4 NX ou pTX N1-N3) e metastático a distância

A cistoprostatectomia radical, no homem, e a exenteração pélvica anterior, na mulher, com uma linfadenectomia pélvica estendida, é o tratamento cirúrgico padrão para o carcinoma de bexiga músculo-invasivo.

Os tumores vesicais invasivos, que necessitam de tratamento agressivo, apresentam-se de várias formas – desde pequenas neoplasias com infiltração apenas focal da parede muscular até lesões multifocais, com infiltração vesical extensa e profunda, já em fase avançada locorregional, associados ou não ao carcinoma in situ (CIS) difuso.

O tumor localmente avançado da bexiga apresenta, no entanto, uma perspectiva terapêutica diversa das lesões menos agressivas, uma vez que quimioterapia ou radioterapia neoadjuvantes ou adjuvantes podem ser empregadas naqueles casos com finalidade citorredutora, e com resultados variados.

Alguns aspectos devem ser considerados quando da possível indicação da quimioterapia neoadjuvante, como atraso do tratamento cirúrgico e efeitos colaterais que possam afetar os resultados da cistectomia e até influenciar no tipo de derivação urinária.

Muitos dos pacientes que realizam uma abordagem conservadora inicial, não cirúrgica, para um tumor invasivo ou localmente avançado, precisam de tratamento cirúrgico adicional quando a resposta é parcial, e há doença residual clinicamente confinada à bexiga

 

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